Corretores estão diante de um novo leque de oportunidades



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O corretor terá papel fundamental para que seja cumprida adequadamente a exigência de contratação obrigatória de seguros para passageiros de Uber, Cabify e outros aplicativos de transportes, incluída no projeto lei que regulamenta esse segmento, o qual aguarda sanção presidencial para passar a vigorar.

O alerta é do presidente do Sincor-DF e vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, segundo o qual os corretores estão diante de novo leque de oportunidades para a comercialização, principalmente, do seguro de acidentes pessoais de passageiros (APP) agregado ao seguro de veículos. “É importante que o corretor trate esse seguro de APP com bastante propriedade. Jamais deverá ser utilizada a famosa tabela usada por algumas seguradoras com valores irrisórios”, sugere.

Ele acrescenta que essa é uma situação de “extrema responsabilidade” para o corretor no processo de orientação ao segurado. Nesse contexto, ele alerta que o seguro deve englobar valores expressivos e coberturas para morte, invalidez permanente e para as despesas médico-hospitalares. “No mínimo, o capital sugerido para cada passageiro deve variar de R$ 50 mil a R$ 100 mil e com valores que realmente sejam adequados ao primeiro atendimento médico”, observa Dorival Alves de Sousa.

Ele lembra que, atualmente, a maioria das apólices de APP, quando contratadas junto com o seguro Auto, oferece uma garantia única para todos os passageiros. Na visão do presidente do Sincor-DF, o ideal é que haja um valor expressivo de cobertura para cada passageiro e sem deixar de fora a garantia de assistência médico-hospitalar.

Dorival Alves de Sousa não tem dúvidas de que essa é uma grande oportunidade para o corretor consolidar sua posição de assessor do segurado, capaz de indicar a melhor garantia e o melhor custo-benefício. “No momento em que surge essa exigência da legislação, é importante que os condutores do Uber e de outros aplicativos de transportes tenham tranquilidade e paz para o caso de ocorrer um acidente envolvendo seus passageiros”, conclui.

Como o CQCS noticiou o projeto aprovado no Congresso, que aguarda sanção pelo presidente Michel Temer, estabelece que os municípios devem seguir algumas diretrizes na regulamentação do serviço, incluindo a exigência de seguro de acidentes pessoais de passageiros (APP) e de seguro DPVAT.

Estimativas recentes apontam para um universo de mais de 200 mil motoristas cadastrados nesses aplicativos em todo o País.

Fonte: CQCS